Revelando São Paulo
Setembro de 2005 - São Paulo - SP

O Revelando São Paulo, em sua nona edição, abriu o Parque da Água Branca para a Catira, o São Gonçalo, o Cururu, os Adoradores de Santa Cruz, o Fandango, o Samba de Roda, a Cavalhada, os carros de boi, para São Benedito e, como não podia deixar de ser, para a Nossa Senhora Aparecida.

O artesanato e as comidas típicas causavam congestionamento de olhares curiosos por tanta tradição paulista que, sem medo de se extinguir, reinou pelos nove dias do evento.

Cido Garoto apresenta seus versos de improviso, enquanto Donizete espera a vez de responder aos desafios, cantados na carreira de São João durante o IX Revelando São Paulo. O cururu é tradição de uma região específica do estado de São Paulo, o Médio Tietê, especialmente Sorocaba e Piracicaba.

   

Anísio do Bandolim e seus convidados no palco do Revelando. Da esquerda para a direita, Amauri (violão), Anísio (bandolim), Valmir (afuxê), Silva (violão).

   
Mas não foi só no palco que a música esteve presente. Nos vários cantos do Parque da Água Branca, os músicos chamavam a atenção. O que havia em comum? A música caipira.
   

José Mira (à esquerda da fotografia) descansa da viola, mas não da música caipira. Ao fundo, Sr. José, da barraca de vinhos da Casa dos Açores.

   

Os Adoradores de Santa Cruz encontram seus conterrâneos de Carapicuíba.

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